domingo, 4 de dezembro de 2016

VM330 6X4


A Volvo promoveu uma série de inovações para aumentar em 20% a capacidade de carga do novo VM dirigido ao segmento fora de estrada. O caminhão, que teve seu PBT técnico elevado de 26,7 toneladas para 32 toneladas, recebeu, por exemplo, alterações e reforços nas suspensões e eixos dianteiro de viga reta e traseiros com redução nos cubos. “Ousamos dizer que é o melhor veículo em sua classe”, declara Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil.
O eixo dianteiro, que na versão anterior, suportava 6,7 toneladas, agora está preparado para 8 toneladas. Os eixos traseiros, que antes eram projetados para 20 toneladas, no veículo novo suportam 24 toneladas. No total, são 5,3 toneladas a mais de capacidade de carga.
Os eixos traseiros têm também redução nos cubos e vêm de fábrica com bloqueio de diferencial entre rodas e entre eixos. Esta condição confere ao transportador um conjunto mais robusto e com maior durabilidade. “É o caminhão com o maior PBT técnico em sua categoria”, afirma Francisco Mendonça, gerente de caminhões Volvo no Brasil. “E também o mais robusto”, complementa Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas, ao lembrar que os eixos do novo VM são os mesmos que equipam a famosa linha FMX da marca.
A suspensão dianteira é dimensionada para 8 toneladas. Tem molas parabólicas de alta capacidade, amortecedores de dupla ação e barra estabilizadora. “Este conjunto mantém a característica tradicional dos veículos da marca de alto conforto e segurança para o motorista nas aplicações em vias não pavimentadas”, observa Ricardo Tomasi, engenheiro de vendas da Volvo.

Manutenção simplificada
Já a suspensão traseira é composta de feixe de molas semielípticas e projetada para suportar 24 toneladas. É mais robusta e proporciona manutenção simplificada, pois, em caso de necessidade, é possível trocar apenas uma das lâminas. “Quanto menos tempo o caminhão ficar parado, maior a produtividade da operação de transporte”, explica Tomasi.
Outra característica importante do VM fora de estrada são os freios a tambor Z came, os mesmos do FMX. Eles oferecem inúmeras vantagens, principalmente maior durabilidade das lonas e maior capacidade de frenagem, além de mais segurança na operação. Já os cilindros de freios traseiros foram montados sobre os eixos, posição que garante maior segurança para os componentes, protegendo-os de eventuais danos causados por obstáculos no solo. O vão livre maior na área sob os eixos também permite uma operação mais segura em estradas sem asfalto. “Tudo foi pensado para proporcionar maior disponibilidade do veículo e, por consequência, mais produtividade do caminhão e maior rentabilidade para a operação”, destaca Menoncin.
Com um balanço traseiro curto, que facilita a implementação de caçambas basculantes, o novo VM tem ainda inúmeras opções de tomadas de força, uma tela de proteção do radiador reforçada, protetor de cárter de série e lanternas traseiras em LED, entre uma série de outros atributos.

FONTE: Volvo 

VM 32TON


A Volvo leva para a Concrete Show 2016 o VM com PBT (Peso Bruto Total) de 32 toneladas, lançamento da marca para trabalhos de terraplenagem, mineração leve e construção. O novo modelo possui 5,3 toneladas a mais de capacidade de carga que a versão anterior.  “Estamos continuamente investindo para sempre termos a melhor solução para o transporte comercial”, declara Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.
O novo caminhão chega proporcionando a maior capacidade de carga útil de sua classe. “O VM com PBT de 32 toneladas vem para suprir a demanda do mercado para veículos com excelente relação custo-benefício no segmento off-road”, afirma Francisco Mendonça, gerente de caminhões Volvo.
O novo modelo recebeu uma série de inovações que aumentaram em 20% sua capacidade de carga. Destinado ao setor off road, teve seu PBT técnico elevado de 26,7 toneladas para 32 toneladas, recebeu, por exemplo, alterações e reforços nas suspensões e eixo dianteiro de viga reta, o que aumenta o ângulo de entrada não danificando componentes do motor. A grande novidade são os eixos traseiros com redução nos cubos, que proporciona excelente tração mesmo em pisos escorregadios e grande disponibilidade, já que os eixos são extremamente reforçados.
“É um setor que precisa de caminhões com capacidade de carga intermediária e adequada a aplicações onde a intensidade e a severidade não exigem veículos de maior potência”, explica Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo América Latina.
O eixo dianteiro, que na versão anterior, suportava 6,7 toneladas, agora está preparado para 8 toneladas, e tem molas parabólicas de alta capacidade, amortecedores de dupla ação e barra estabilizadora.  Os eixos traseiros, que antes eram projetados para 20 toneladas, no veículo novo suportam 24 toneladas. Os eixos traseiros têm também redução nos cubos e vêm de fábrica com bloqueio de diferencial entre rodas e entre eixos. Esta condição confere ao transportador um conjunto mais robusto e com maior durabilidade.
“No total, são 5,3 toneladas a mais de capacidade de carga, e um conjunto de características tradicionais dos veículos da marca de alto conforto e segurança para o motorista nas aplicações em vias não pavimentadas”, observa Ricardo Tomasi, engenheiro de vendas da Volvo.
Equipado com o tradicional motor de 330cv e uma configuração de eixos 6x4, é também o caminhão mais leve em sua categoria, com uma tara que garante maior capacidade de carga útil e, assim, maior rentabilidade para o transportador. Além disso, é bem mais leve que seus concorrentes: de 275 quilos a 1050 quilos.

Componentes do FMX
O VM 330cv 6x4 com PBT 32 toneladas off-road compartilha alguns de seus principais componentes com a consagrada linha FMX da Volvo, voltada para o transporte pesado em condições severas. Possui os mesmos eixos trativos com redução nos cubos, bem como o eixo dianteiro de viga reta, e a mesma caixa de câmbio I-Shift do FMX, reconhecido como o melhor caminhão vocacional do País.
Da linha VM, o novo caminhão mantém alta disponibilidade, o baixo consumo de combustível, baixa manutenção e uma cabine de fácil acesso, e que proporciona grande conforto para o motorista, atributos já reconhecidos no mercado.  “Não temos dúvida que o novo VM fora de estrada contribuirá decisivamente para aumentar a rentabilidade do transportador, que hoje experimenta uma conjuntura econômica de grande competitividade”, destaca Menoncin.

FONTE: Volvo 

EW160E

A inovadora escavadeira de rodas EW160E da Volvo é a mais recente máquina da marca a receber a atenção da LEGO® Technic. Uma réplica exata em tudo, menos no tamanho, o novo modelo possui 1.166 elementos individuais e um sistema de acionamento pneumático embutido. A LEGO Technic é uma divisão do Grupo LEGO, reconhecido mundialmente há quase 40 anos por seus modelos inovadores e tecnicamente avançados.
O novo brinquedo, construído numa escala aproximada de 1:20 de uma esvadeira EW160E, levou quase dois anos para ser desenvolvido e tem previsão de chegar em breve às lojas da LEGO®. É a segunda vez que a marca desenvolve um modelo baseado em uma máquina da Volvo. O primeiro lançamento ocorreu há dois anos, quando a empresa especializada em modelos em miniatura apresentou a escavadeira de rodas L350F, comandada por controle remoto.
Com um sistema pneumático embutido, o novo modelo foi concebido para se parecer com a máquina de movimentação de materiais de verdade, tanto na aparência como na funcionalidade. "Nós não queríamos apenas que este produto se parecesse com uma  escavadeira EW160E. Queríamos também que ela funcionasse como uma", afirma Andrew Woodman, gerente de projeto sênior da LEGO® Technic.
Verdadeira, só que menor
O novo brinquedo tem uma abordagem diferente da do modelo L350F comandado por controle remoto. "Este é muito mais um modelo manual (in-hand play). "Isso significa que pudemos nos focar e captar o aspecto visual da escavadeira. Fomos um pouco mais longe e acrescentamos um sistema pneumático que utiliza ar comprimido para replicar como uma máquina verdadeira trabalha com seu sistema hidráulico - que opera o braço principal e a caçamba”, explica Woodman. O modelo também tem outras funções realistas, como o levantamento e abaixamento da cabine, a direção e os estabilizadores, que saem de baixo do chassi para estabilizar a máquina quando está trabalhando. “É tão realista que está pronta para realizar trabalhos no canteiro de obras!", brinca o gerente.
"Estamos sempre tentando trazer algo novo para o mercado. Mas existem algumas coisas para onde sempre voltamos, graças à sua popularidade, como uma escavadeira. Queríamos fazer algo realmente inovador - criar um novo tipo de escavadeira que nunca tivéssemos feito", diz Niels Henrik Horsted, gerente sênior de marketing da LEGO® Technic.
Atenção aos detalhes
A LEGO® Technic trabalhou em colaboração com a Volvo CE durante todo o desenvolvimento, garantindo que o modelo fosse exato tanto em aparência quanto em funcionalidade. Foram várias fases de desenvolvimento para não perder nenhum detalhe. "Não apenas queríamos criar uma grande experiência de construção para as pessoas que compram os nossos modelos, como também queríamos que a Volvo CE se orgulhasse de um modelo LEGO® Technic que é uma excelente representação da sua máquina", ressalta.
Para garantir que o design estivesse o mais exato possível, Woodman e sua equipe visitaram a fábrica em Konz, na Alemanha, onde as EW160Es verdadeiras são construídas. "Na linha de produção, pudemos ver as diferentes fases do projeto, entramos na cabine, conhecemos realmente como a escavadeira é construída", observa Woodman. A relação estreita com a Volvo permitiu à equipe da LEGO® Technic manter-se atualizada em relação a todos os novos desenvolvimentos, como a inclusão do novo corrimão e protetores alaranjados da marca, que só agora estão começando a ser implementados nas máquinas verdadeiras.
Peter Bauer, engenheiro de veículos da fábrica CE Volvo em Konz, trabalhou de perto com a equipe de desenvolvimento. "Tendo brincado com LEGO® Technic quando criança, fiquei animado para ver como eles iriam se sair com o projeto. Fiquei impressionado com o nível de detalhe que eles queriam alcançar. A primeira coisa que trabalhamos juntos foi a cabine elevada. O protótipo da LEGO® já estava bastante exato, mas fomos capazes de torná-lo o mais próximo possível da máquina real”, lembra.

FONTE: Volvo 

EC750DL

A Volvo Construction Equipment está lançando no Brasil a escavadeira EC750DL, sua máquina de grande porte que está substituindo o modelo EC700C. Com um peso operacional de 72,7 toneladas, bastante superior ao da versão anterior, de 69 toneladas, é um equipamento voltado para diferentes segmentos. “É uma nova e avançada máquina, ainda melhor que sua antecessora, que já era conhecida por sua alta produtividade. Estamos atendendo as necessidades de nossos clientes brasileiros, principalmente aqueles que atuam com mineração de médio porte e construção pesada”, declara Afrânio Chueire, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America.
“Ter máquinas maiores e com maior capacidade é muito importante, principalmente na atual conjuntura econômica, mais restritiva e competitiva”, complementa Gilson Capato, diretor comercial da Volvo CE no Brasil. “Estamos garantindo uma gama ampliada de equipamentos maiores, mais produtivos, que contribuam para aumentar a rentabilidade de nossos clientes e aumentar a produtividade nas operações”, diz. A EC750DL é um equipamento dirigido para escavação massiva, para operações que exigem grandes movimentações e desagregação de materiais diversos, como rochas e minérios. “É uma máquina extremamente versátil, que também pode atender uma série de outras aplicações”, observa o diretor.

Maior produtividade
A capacidade da caçamba da EC750DL é 10% superior à versão anterior, passando dos 4 metros cúbicos (m³) para os atuais 4,4 m³. A potência do motor aumentou 11%, assim como a potência hidráulica cresceu 10%. A maior potência hidráulica contribuiu decisivamente para aumentar a vazão hidráulica em 3%, garantindo maior velocidade nos ciclos e também uma elevação de 9% na força de escavação. “É um equipamento de grande porte para quem precisa de grande produtividade”, destaca Capato.
Outro importante avanço da nova EC750DL em relação a sua antecessora é o aumento de 6% na força de tração. “Ela pode vencer mais facilmente aclives e rampas”, observa Boris Sanchez, gerente de suporte a vendas e aplicações da Volvo CE Latin America. Mesmo com tanto aumento na produtividade, a nova escavadeira ficou mais econômica. “Equipada com o sistema ECO patenteado pela Volvo, o modelo diminui o consumo de combustível em 5%”, diz Masashi Fujiyama, representante de produto da Volvo CE Latin America. “É um modelo projetado com tecnologia de ponta, com o objetivo de garantir maior eficiência, robustez e durabilidade”, resume.

Menos consumo e emissões
Certificado pela regulamentação Proconve MAR-1, o motor Volvo D16 da EC750DL tem baixas emissões, desempenho superior e menor consumo de combustível. Possui bicos injetores de altas pressão e precisão, controlados eletronicamente para otimizar o desempenho do equipamento. “O avançado sistema automático de marcha lenta reduz a rotação do motor quando a alavanca e os pedais estão inativos, economizando combustível e diminuindo os ruídos internos e externos da cabine”, explica Fujiyama. 
O sistema elétrico é bem protegido e de alta capacidade. Os principais relês e válvulas solenoides são para aplicações pesadas. O monitoramento é avançado, via Contronics e Matris, sistemas Volvo que fornecem informações importante para diagnóstico.
Cada conjunto de esteiras da EC750DL é acionado por um motor de translação de duas velocidades, com modo automático ou manual. Os freios das esteiras são de discos múltiplos, acionados por mola e liberados hidraulicamente. O motor de translação, o freio e as engrenagens estão bem protegidos no interior da estrutura.
O novo sistema eletro-hidráulico e a nova Válvula de Controle Principal usam tecnologia inteligente para controlar a demanda de vazão para as elevadas produtividade e capacidade de escavação. O sistema inclui as seguintes funções:

Sistema de soma de fluxos (Conflux): Combina o fluxo de ambas as bombas hidráulicas para assegurar tempos de ciclo rápidos e elevada produtividade. 

Prioridade da lança: Dá prioridade à operação da lança para levantamentos mais rápidos ao proceder ao carregamento ou ao executar escavações profundas.

Prioridade do braço: Dá prioridade à operação do braço para tempos de ciclo mais rápidos no nivelamento e para maior enchimento da caçamba durante a escavação.

Prioridade do giro: Dá prioridade às funções de giro para operações simultâneas mais rápidas.

Sistema de regeneração: Impede a cavitação e fornece vazão aos outros movimentos durante operações simultâneas para maximizar a produtividade.

A espaçosa cabine Care Cab proporciona um ambiente de trabalho confortável, com controles posicionados ergonomicamente, um assento com suspensão, e o baixo nível de ruído interno. A EC750DL traz ainda o AMS, um sistema de gerenciamento de implementos que possibilita memorizar os dados de fluxo hidráulico de até 20 implementos diferentes. 

Manutenção e monitoramento
A manutenção da máquina é facilitada, pois todos os filtros e pontos de engraxamento estão agrupados e são de fácil acesso. O exclusivo sistema eletrônico de monitoramento da Matris também recebeu aprimoramentos.
Além de tudo, o CareTrack, sistema de telemetria híbrida (satélite e celular) da Volvo, permite uma gestão de frota mais eficiente. É possível saber em tempo real exatamente onde e como o equipamento está trabalhando, identificar e antecipar eventuais diagnósticos e falhas, pontos de melhorias e prever a manutenção com antecedência, e ainda reduzir o consumo de combustível. Com o CareTrack é possível também diminuir o tempo em que a máquina fica ligada sem trabalhar e ainda baixar o relatório Matris.

FONTE: Volvo 

sábado, 3 de dezembro de 2016

GEPARD 1A2


GEPARD 1A2

Histórico de produção
Data de criação: 1963
Fabricante: Krauss-Maffei
Quantidade produzida: 570

Especificações
Peso: 47,5 t (104 718 lb)
Comprimento: 7,68 m (7 680 mm)
Largura: 3,71 m (3 710 mm)
Altura: Radar abaixado 3,29 m (3 290 mm)
Tripulação: 3 (condutor, artilheiro, comandante)

Blindagem do veículo: aço detalhes secretos
Armamento primário: 2 canhões automáticos de 3,29 mm (0,13 in) com 320 de munição anti-aérea e 20 de munição anti-tanque.
Armamento secundário: 2x 76 mm lançadores de quatro tubos para granadas fumígenas.

Motor: MTU multi-combustível de 10 cilindros 819 hp (610,73 kW)
Suspensão: Barra de torção
Alcance Operacional: 550 km (341,75 mi)
Velocidade Maxima: 65km/h
Velocidade em terreno irregular: 35 Km/h


Armamento
35mm Oerlikon KD35
Fabricante: Oerlikon
Função principal: Defesa Anti-Aérea
Calibre: 35mm
Cadência de tiro: 550 disparos p/min.
Alcance Anti aéreo: 4Km
Ação: Operado a gás
Elevação máxima: 92º
Peso da munição: 1.5Kg
Peso do sistema: 6.700 kg
Nr. de canhões: 2


O veículo é a partir do casco de leopardo um tanque com uma grande torre rotativa totalmente transportando o armamento-um par de 35 milímetros autocannons Oerlikon KDA e os dois pratos de radar, um radar de busca geral na parte de trás da torre e o radar de rastreamento, e um telêmetro a laser, na frente entre as armas. Cada arma tem uma taxa de disparo de 550 tiros / minuto.

As armas são de 90 calibres (3.15 m (10 pés 4)) de comprimento, com uma velocidade inicial de 1.440 m / s (4.700 pés / s) ( FAPDS-Frangible Armour Piercing devoluções Sabot rodadas), dando um alcance efetivo de 5.500 m . O autocannon KDA pode ter dois tipos de munições diferentes, eo carregamento de costume é uma mistura de 320 AA e 20 AP tiros por arma. Taxa combinada de fogo é de 1.100 rodadas / min.

O revólver accionado electricamente é alimentado por um gerador de 40 kW, accionado por um cilindro 4, 3,8 litros da Mercedes-Benz OM 314 motor multi-combustível.

Desde os anos oitenta equipes Stinger foram acompanhando as unidades Gepard, para tirar proveito de sua capacidade de varredura de longo alcance. Para combinar essa capacidade em uma única unidade, uma atualização do sistema de mísseis que monta a NATO MANPAD Stinger mísseis superfície-ar (em embalagens individuais) às autocannons foi desenvolvido. O sistema foi testado pela Bundeswehr alemão, mas não comprei devido a restrições orçamentais e do fielding do Sistema Ozelot Luz Flak (leFla).

O Gepard foi desenvolvido a partir de 1963. Em 1969 começou a construção de quatro protótipos Um testar ambos os 30 e 35 mm armas. Em 25 de junho de 1970, decidiu-se usar o tipo de 35 mm. Em 1971 foram encomendados 12 segundo da fase de protótipos B, no mesmo ano o exército holandês ordenou CA preseries de cinco veículos com base em um desenvolvimento paralelo que tinha usado um 0-series alemão Leopard 1 veículo disponibilizado pelo governo alemão março 1970 como o C-protótipo. Os alemães fizeram uma pequena preseries tanto da B1 e B2R. Em 5 de fevereiro de 1973, a decisão política foi feita para produzir o tipo;, em setembro de 1973, o contrato foi assinado com Krauss-Maffei para 432 B2 torres e 420 cascos com um valor total de DM 1,2 bilhões. Cada veículo seria, portanto, cerca de três vezes mais caro do que um leopardo normal 1. O primeiro foi entregue em dezembro de 1976. Bélgica ordenou 55 veículos, idêntico à versão alemã. Os holandeses ordenou três lotes, a CA1, CA2 e CA3, com um total de 95 veículos, equipados com Philips sistemas de radar.


Em Abril 2013 o Ministério da Defesa do Brasil comprou 34 tanques usados Gepard 1A2 do Exército alemão para garantir a segurança nos grandes eventos que o país receberá até 2016. Os tanques Gepard 1A2, de 47,5 toneladas, foram modernizados em 2010 com novos sistemas de radar e informática que permitirão sua operação até 2030. Os blindados também serão empregados na segurança das Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Julho 2013 no Rio de Janeiro, com a presença do Papa Francisco. O Brasil organiza a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

Chassis e propulsão

O Gepard é baseado em um chassi ligeiramente modificada do principal tanque de guerra Leopard 1, incluindo a unidade de acionamento completa com 37,4 litros de 10 cilindros do motor multi-combustível (tipo: MB 838 CaM 500) com dois carregadores mecânicos construídos pela MTU. O motor de V com um ângulo de cilindro de 90 graus tem 610 kW a 2200 RPM (830 PS) e consome dependendo da superfície e do estilo de condução em torno de 150 litros por 100 quilômetros. Para garantir um fornecimento estável de petróleo, mesmo em terrenos difíceis e sob extrema inclinação, o motor está equipado com um reservatório de lubrificação forçada seco. Até mesmo a caixa de velocidades (tipo: 4 HP-250) a partir de ZF Friedrichshafen e do sistema de escape com mistura de ar fresco para reduzir a assinatura infravermelha foram tomadas pelo Leopard 1 MBT.

No local da segunda revista munição do tanque principal batalha do Gepard é equipado com o motor auxiliar para o sistema de fornecimento de energia na parte frontal esquerda. O motor diesel de 4 cilindros da Daimler-Benz (tipo: OM 314) também é concebido como um motor multi-combustível e produz, com uma capacidade de 3,8 litros, 66 kW (90 PS). Ele consome, dependendo do estado de funcionamento do tanque entre 10 e 20 litros por hora (l / h). O motor auxiliar é acoplado com cinco geradores para operar em velocidades diferentes: duas máquinas Metadyn em conjunto com um volante (que é usado para armazenar energia durante a aceleração e desaceleração da torre) para o poder das unidades direcionais verticais e horizontais, dois 380 -Hz geradores trifásicos, com uma capacidade de 20 kVA para a ventilação, controle de incêndio e sistemas de radar e um 300-Um gerador de corrente contínua de 28 volts para o sistema elétrico. A capacidade de combustível é de 985 litros para garantir um tempo de operação combinada de aproximadamente 48 horas.

O chassi ea pista foram tiradas diretamente do Leopard 1. É uma mola de barra de torção montado unidade rolo de suporte com sete pares de rolos. Eles estão ligados às barras de torção sobre braços oscilantes, cujos deformação é limitada por molas em voluta. Os choques de borracha montados foram modificados para conseguir uma melhor estabilidade durante o combate ao incêndio. A cadeia é fabricado pela empresa Diehl, almofadas cadeia equipada, "viver" cadeia (tipo: D 640 A).

A modificação do casco é apenas ligeira, isto é, a uma distância do rolo modificado (8 centímetros aumento da distância entre o terceiro e quarto cilindro) e a transferência de pilhas adicionais em caixas de bateria na parte traseira. As baterias eo sistema elétrico opera em 24 volts DC.

Variantes

Há duas variantes do Gepard em serviço, o holandês tem uma instalação de radar diferente.

Alemanha
Pesquisa radar : S banda , a 15 km gama
Radar de rastreamento: banda Ku , a 15 km gama
Telêmetro laser

Holanda
Pesquisa radar: banda X , a 15 km gama
Radar de rastreamento: X / banda Ka , a 13 km gama

A versão holandesa foi oficialmente chamado de PRTL (PantserRupsTegenLuchtdoelen ou "blindado de lagartas antiaérea"), pronunciado como "pruttle" pelos soldados. A versão da série holandesa foi tornado público através de uma fotografia de um veículo de um C-Company, o primeiro a ser equipado com a nova arma. Tradicionalmente todos os veículos holandeses em uma empresa têm nomes que começam com a letra designação da empresa e este veículo passou a ter o nome Cheetah indivíduo pintado em negrito em sua torre. Inevitavelmente, a imprensa internacional assumido "Chita" era o nome holandês para a sua versão Gepard e este erro encontrou seu caminho para a maioria das publicações de armadura sobre o assunto. Em 2000, as autoridades militares holandesas, cansadas de constantemente ter que explicar tudo isso e considerando "pruttle" não era um nome marcial de qualquer maneira, conforme-se a um erro comum e fez "Chita", a designação oficial, quando o sistema foi atualizado.

Usuários

Bélgica : 55 entregues, retirado de serviço.
Brasil : 36 encomendadas a partir do Bundeswehr . [2]
Chile : Ex-usuário. Quatro veículos entregues em 2008, e retornou em janeiro de 2011. Equipamentos originalmente operado pela Bundeswehr . Ordem dos 30 veículos cancelados devido à alta revisão / atualização dos custos. [3]
Alemanha : 377 originalmente construído para a Bundeswehr , 94 permaneceram em serviço até 2010 e estão atualmente armazenadas até SysFla está totalmente introduzido.
Jordânia :. 60 foram comprados a partir de retirada excedente holandês por 21 milhões de dólares [4]
Holanda : 95 entregues, retirado de serviço.
Roménia : 43. entregue (36 + 7 para peças de reposição), todas as ações ex-Bundeswehr [5















AVIBRAS ASTROS II / 2020


   Avibras - Astros II / 2020 

FICHA TÉCNICA
Tipo: Lançador múltiplos de foguetes
Fabricante: Avibras
Origem: Brasil
Em Serviço: 1982
Número construído : pelo menos 164
Custo unitário: 11 milhões Dólares
Variante: MK3 a 2020
Tripulação : 3

Dimensões
Comprimento: 7 m 
Largura: 2,9 m 

Altura: 2,6 m 
Peso: 12650 kg (vazio), 22000 kg (Máximo).
Autonomia: 500 km.
Velocidade: 100 Km/h.
Motor: Mercedes Benz OM 422 V8 com 280 Hp movido a diesel.
Suspensão: 6x6
Blindagem: Armas Leves
Logística: Pode ser transportado por cargueiros C-130 e KC-390
Calibre: 127,180,300

Armamento Primário:
Contêiner de lançamento de foguetes contendo 
32 foguetes SS-30 - 127mm 
16 Foguetes SS-40 - 180mm
16 Foguetes SS-AV-40 - 180mm
04 Foguetes SS-60 ou SS-80 - 300mm
04 Foguetes SS-150 - 300mm
04 Misseis de Cruzeiro AVMT-300 -300mm

Alcance dos foguetes/Misseis: 
SS-30: 9 a 30 km
SS-40: 15 a 35 km
SS-AV-40: 40 Km (Guiamento por GPS)
SS-60: 20 a 60 km 
SS-80: 20 a 90 km.
SS-150: 29 a 150 Km
AVMT-300: 30 a 300 Km

Armamento Secundario
1x metralhadora Browning M2 .50

Versões de Veículos do Sistema

VBA: Viatura basica Avibras
AV - LMU: Veiculo lançador
AV - RMD: Veiculo de transporte de munição
AV - UCF: Unidade Eletronica de controle e Monitorização de Tiro
AXV - VCC: Veiculo de Comando e Controle a Nivel de Batalhão
AV - CBO: Unidade de Pesquisa, para Utilização de ASTROS II contra ameaça Naval.


Operadores

Brasil 
Exercito Brasileiro
20 Lançadores ASTROS II e 24 AV - RMD , AV - UCF, AXV -VCC e AV- CBO
30 lançadores ASTROS 2020 (em Produção)
Marinha do Brasil (Fuzileiros Navais)
12 Lançadores ASTROS 2020 

Arábia Saudita
76 Sistemas ASTROS II equipadas com o SS-30 e SS-40.

Malásia 
54 sistemas ASTROS II (36 Existentes + 18 Comprados em 2012)

Indonésia 
36 Sistemas ASTROS II

Iraque
Possuia 66 ASTROS II (também construído sob licença como a Sajil-60)

Angola 
Usado durante a Guerra Civil Angolana

Bahrein
Catar

Guerras 
Guerra do Golfo
Guerra Irã-Iraque
Guerra Civil Angolana

O sistema ASTROS (Artilhery Saturation Rocket System) de lançamento de foguetes de saturação, fabricado pela Avibras é, tranqüilamente, o mais conhecido sistema de armas fabricado no Brasil no mercado internacional. Sistemas de artilharia baseado em foguetes como o ASTROS, tem como vantagem a possibilidade de poder atacar alvos localizados a distancia bem maiores que o que se consegue atacar com a artilharia convencional de canhão. Veja, que um canhão de 155 mm com bom desempenho consegue atingir alvos a uma distancia máxima de 30 km enquanto que o sistema ASTROS II usando o foguete SS-80 consegue atingir alvos a uma distancia de até 90 km. Fora isso um foguete tem um tamanho que permite o uso de ogivas diferenciadas como fragmentação, por exemplo.

A Avibras começou a desenvolver o ASTROS II no final da década de 70, visando fornecer um sistema de artilharia de foguetes ao exercito iraquiano que financiou esse projeto e depois de estudar muitos sistemas de foguetes de artilharia disponíveis no mercado naquela época acabou por apresentar o sistemas ASTROS II em 1983. O exercito brasileiro adquiriu 5 baterias incompletas e outros países como Iraque, Arábia Saudita, Bahrain, Malásia e Qatar, também adquiriram esse sistema de artilharia para seus exércitos, sendo que o Iraque, e a Arábia Saudita usaram com assiduidade esse sistema na primeira guerra do golfo em 1991 causando boa impressão nos usuários e respeito pelo inimigo. Na verdade os norte americanos, na guerra do golfo tinham como uma das suas prioridades destruir os lançadores ASTROS II em uso pelo Iraque, tal o respeito pelo potencial que esse sistema tinha em causar danos nas forças da coalizão.
 ASTROS II - do Iraque Capturados Pelos USA

Contêiner de munição ASTROS II - do Iraque Capturados Pelos USA

O sistema ASTROS II usa um veículo VBT-2028, derivado do modelo da Mercedes Benz 2028-A, com uma configuração 6X6, fabricado pela Tectran Engenharia, uma subsidiaria da Avibras. Este caminhão, cujo tamanho me impressionou muito quando tive a oportunidade de ver um de perto em uma exposição do Exercito Brasileiro em São Paulo, usa um motor Mercedes OM422 com 8 cilindros em “V” e que produz 280 Hp de potencia, capaz de levar esse caminhão de 12650 kg a uma velocidade de até 100 km/h em estrada. A autonomia deste veículo chega a 500 km. A velocidade e autonomia desse tipo de sistema de artilharia revelam a incrível superioridade tática deste tipo de armamento em termos de mobilidade que, poucos obuseiros autopropulsados consegue igualar.

O diferencial do sistema ASTROS II é sua capacidade de lançar foguetes de diversos calibres. Essa modularidade foi pioneira nesse tipo de sistema de armas com a entrada do ASTROS II em serviço. Os foguetes usados no ASTROS II, atualmente são o SS-30 com 30 km de alcance, o SS-40 com 35 km e alcance, o SS-60 com 60 km de alcance e o SS-80 com um alcance que chega a 90 km. Cada tipo de foguete possui dimensões diferentes sendo que SS-30 é o de menor calibre (127 mm) e pode ser transportado 32 foguetes em cada caminhão ASTROS. O foguete SS-40 tem 180 mm de calibre e 16 unidades são transportadas no caminhão. Já os foguetes SS-60 e SS-80 tem 300 mm e por isso são transportados apenas 4 foguetes por caminhão.

O sistema ASTROS II conta com um veículo de controle de tiro onde um radar é usado para direção de tiro. Cada bateria do sistema ASTROS II é composto por 6 caminhões lançadores de foguetes, mais 6 caminhões remuniciadores e um caminhão com o sistema de controle de tiro.
A Avibras desenvolveu um novo sistemas de lançamento de foguetes que é uma evolução do Astros II e se chama Astros III. Este sistema é baseado no caminhão alemão Mercedes Benz Actros 8X8 e que seria armado com um novo míssil de cruzeiro, também em desenvolvimento pela Avibras. Este míssil é chamado de AV MT-300 Matador, cujo alcance será de 300 km e pode usar uma ogiva única de 200 kg de alto explosivo ou uma ogiva de fragmentação com 24 granadas antipessoal ou antitanque. Esse míssil terá guiagem Inercial e por GPS permitindo uma precisão elevada. Além do míssil Matador, um novo foguete de longo alcance, o SS-150, com 150 km de alcance e o missil FOG MP guiado por fibra optica e com 20 km de alcance, poderão ser lançado do Astros III.
AV MT-300 Matador  

Infelizmente, a falta de uma política de defesa em que houvesse investimento em desenvolvimento e aquisições regulares por parte de nosso governo, fez com que o programa do Astros 2020 tenha sido paralisado, além de colocar a Avibras em uma situação critica no campo financeiro, levando a demissões e a perda de mão de obra qualificada. É certo que as pessoas que trabalham nessa empresa, fazem um trabalho com amor, pois se depender do retorno financeiro, as portas já estariam fechadas a muito tempo. Porém as nuvens negras parecem começar a perder força visto que uma política de defesa coerente com as necessidades do Brasil começa a aparecer no horizonte.

No Processo de Transformação em desenvolvimento no Exército, foram elencadas onze novas capacidades, destacando-se a dissuasão extrarregional, que se define como sendo a capacidade que tem uma Força Armada de “dissuadir a concentração de forças hostis junto à fronteira terrestre e às águas jurisdicionais e a intenção de invadir o espaço aéreo nacional, possuindo produtos de defesa e tropas capazes de contribuir para essa dissuasão e, se for o caso, de neutralizar qualquer possível agressão ou ameaça, antes mesmo que elas aconteçam”. Das várias estratégias para atingir essa capacidade, ressalta-se a que estabelece que a Força Terrestre (F Ter) possua um sistema de apoio de fogo de longo alcance e com elevada precisão. Para atender a essa estratégia, o Comandante do Exército determinou a elaboração do Projeto Estratégico ASTROS 2020, a fim de dotar a F Ter de meios capazes de prestar um apoio de fogo de longo alcance, com elevada precisão e letalidade.


O Projeto ASTROS 2020 contém no seu escopo e estrutura as seguintes etapas: – criação e implantação de: uma Unidade de Mísseis e Foguetes; um Centro de Instrução de Artilharia de Mísseis e Foguetes; um Centro de Logística de Mísseis e Foguetes; uma Bateria de Busca de Alvos; paióis de munições; e uma Base de Administração e Campo de Instrução de Formosa (CIF); – modernização do atual 6º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes, transformando-o em 6º Grupo de Mísseis e Foguetes; – desenvolvimento de dois novos armamentos: o foguete guiado, utilizando-se a concepção do atual foguete SS 40, da família de foguetes do sistema ASTROS II, em uso pelo Exército Brasileiro, e o míssil tático de cruzeiro com alcance de 300 km; e – construção de Próprios Nacionais Residenciais (PNR) e outras instalações necessárias ao bem-estar da família militar na Guarnição de Formosa (GO).

 As duas Unidades de Mísseis e Foguetes estarão estruturadas com um Comando e Estado-Maior, uma Bateria Comando e três Baterias de Mísseis e Foguetes mobiliadas com viaturas e equipamentos em fase de desenvolvimento com base no atual sistema ASTROS II. O sistema ASTROS 2020 irá possibilitar a realização do lançamento, partindo das plataformas da nova viatura lançadora múltipla universal na versão MK-6, dos vários foguetes da família ASTROS e também do míssil tático de cruzeiro de 300 km. Além disso, permitirá fazer toda a preparação para a realização do tiro, desde o recebimento e análise da missão, o comando e controle, a trajetória de voo e o controle de danos. O Sistema ASTROS 2020 foi concebido e elaborado pela empresa brasileira AVIBRAS, sediada em São José dos Campos (SP). 

Os trabalhos na empresa AVIBRAS contemplam desenvolvimento e fornecimento do míssil tático de cruzeiro, do foguete guiado e das novas viaturas lançadoras, remuniciadoras, de comando e controle, meteorológica e de apoio ao solo, desde a sua concepção, projeto de engenharia, testes de voos, protótipos, definição de insumos agregados com elevada tecnologia e pintura com baixa resolução. Durante todas as etapas do Projeto ASTROS 2020, haverá ofertas de muitos empregos na área do Parque Industrial do Estado de São Paulo, na região de Formosa (GO) e do Distrito Federal. Some-se a isso, o estímulo às Universidades e Faculdades voltadas para o estudo de engenharia na área de mísseis, foguetes, guiamento eletrônico, telemetria, química, blindagem, tecnologia da informação, georreferenciamento, propulsão de foguetes etc. Este processo aumentará o número de profissionais com elevada capacitação e conhecimento em áreas de tecnologias de ponta, as quais serão absorvidas pelo parque industrial brasileiro e, certamente, poderão ser empregadas para fins civis.

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